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Aras se baseou em decisão do CNMP para pagar supersalários a procuradores

Em 2017, o órgão permitiu que licenças-prêmio fossem convertidas em valores nos contracheques e Aras autorizou a medida no fim do ano passado
Aras se baseou em decisão do CNMP para pagar supersalários a procuradores
Foto: Sérgio Almeida/Secom/CNMP

Os pagamentos de quase R$ 500 mil a procuradores, autorizados por Augusto Aras no fim do ano passado, baseiam-e em decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Em 2017, na gestão de Raquel Dodgeo órgão permitiu que licenças-prêmio fossem convertidas em dinheiro. Esse benefício garante três meses de descanso a cada cinco anos de trabalho.

Com base na decisão do CNMP, Aras abriu edital e permitiu que procuradores pedissem o recebimento, em dinheiro, dessas licenças-prêmio acumuladas.

Outra portaria de Aras autorizou o pagamento antecipado de férias de 2022. Com as decisões, 675 integrantes do MP receberam valores acima de R$ 100 mil em dezembro. Ao todo, o PGR direcionou R$ 79 milhões para bancar os benefícios extras.

No Ministério Público, a medida foi vista como uma forma de melhorar o clima interno em relação a Aras, que tem sido pressionado a tomar providências contra os abusos cometidos por Jair Bolsonaro.

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