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Após denúncias de assédio sexual, Pedro Guimarães avalia deixar presidência da Caixa

Jair Bolsonaro classificou o episódio como “intolerável”; núcleo da campanha teme que episódio prejudique o presidente da República
Após denúncias de assédio sexual, Pedro Guimarães avalia deixar presidência da Caixa
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, pretende deixar o cargo já nesta quarta-feira para se defender das denúncias de assédio sexual feitas por servidoras do banco público.

Como noticiamos mais cedo, funcionárias da Caixa denunciaram o executivo após ele ter feito várias abordagens consideradas impróprias, com toques íntimos não autorizados e convites incompatíveis com a atividade profissional. O caso, revelado pelo site Metrópoles, está em sob investigação preliminar do Ministério Público Federal e corre sob sigilo.

Integrantes do Palácio do Planalto afirmaram a O Antagonista que Jair Bolsonaro classificou o episódio como “intolerável”. Segundo assessores palacianos, Guimarães conversou com o presidente por telefone após a divulgação das denúncias e declarou que pretendia deixar a função o quanto antes para se dedicar exclusivamente à sua defesa.

Abatido, o executivo disse ao presidente da República que as acusações são “injustas”.

A pessoas próximas, Guimarães afirmou que, em sinal de sua fidelidade ao presidente, não gostaria de “estender a crise” para o centro do Palácio do Planalto.

Aliados de Bolsonaro também ficaram estarrecidos com as revelações e temem que elas tenham impacto principalmente sobre o eleitorado feminino, público que o presidente ainda tenta conquistar.

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