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Apartamento de suspeito registrava IP de onde partiram os ataques

Uma das técnicas utilizados pela Polícia Federal para identificar os suspeitos de hackear o celular de Sergio Moro e outras autoridades foi identificar o IP dos computadores que tiveram acesso ao Telegram das vítimas.

Isso começou a ser feito em junho. Segundo a PF, os celulares das vítimas foram recolhidos para perícia e o registro do IP foi detectado.

No pedido da PF à Justiça para realizar as buscas e apreensões, o endereço da casa de Gustavo Henrique Elias Santos estava registrado como local de “instalação de protocolo IP de onde partiram os ataques”.

No entanto, o advogado Ariovaldo Moreira nega a participação de Gustavo nos crimes, e diz que falta nova perícia da PF para se comprovar que o endereço está relacionado ao IP do computador do suspeito.

“Sobre o IP, não foi nem questionado. O próprio delegado deu conta que isso depende de pericia, e qualquer coisa que ele dissesse nesse momento seria prejudicado em razão da perícia.”

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