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"Aécio Neves foi alvo de uma ação premeditada e ilegal"

Alberto Zacharias Toron, advogado de Aécio Neves, divulgou uma nota sobre a notícia publicada pela Folha, e repercutida por este site, de que o ex-procurador Marcello Miller soube da prisão da irmã e do primo do senador tucano com pelo menos um dia de antecedência, informado, segundo o próprio Miller, por um “insider”.

Eis a nota:

“Os fatos agora revelados pela Folha de S. Paulo e que constam da Petição 7003 – que reúne um conjunto de mensagens de autoria do ex-procurador Marcelo Miller – são da maior gravidade e de enorme relevância para o esclarecimento dos acontecimentos que nortearam as delações dos executivos do grupo JBS.

O conteúdo das mensagens, com autoria, datas e horários perfeitamente identificados, atesta ações claramente premeditadas pelo então procurador da PGR, iniciadas ainda em fevereiro em favor do grupo JBS, num claro acordo com os delatores para que fossem forjados falsos crimes que lhes garantissem os benefícios que buscavam.

O ex-procurador Marcelo Miller atuou ao lado dos executivos desde os primeiros preparativos para a delação, enquanto ainda na função de procurador, e, após seu afastamento da PGR, na condição de advogado, continuou tendo acesso a informações confidenciais que deveriam ser de conhecimento exclusivo de agentes do Estado, como mostram as mensagens de sua própria autoria.

A gravidade das revelações enseja o aprofundamento das investigações pela PGR para que toda extensão dos fatos ocorridos seja esclarecida, o que demonstrará que o senador Aécio Neves não cometeu atos ilícitos. Ao contrário, foi alvo de uma ação premeditada e ilegal.”

Marcello Miller: “Vamos correr, porque a informação é de que a operação pode ser amanhã”

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