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A resposta de Rui Costa

O governador da Bahia disse que não desconfiou da empresa que vende produtos à base de maconha porque não domina a língua inglesa
A resposta de Rui Costa
Reprodução/Twitter/Rui Costa

Rui Costa (PT) é investigado no inquérito da Polícia Federal que envolve a compra de respiradores pulmonares, durante a pandemia de Covid, pelo Consórcio Nordeste, então presidido por ele.

O caso está no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em razão do foro do governador da Bahia. Ontem, como noticiamos, a PF deflagrou uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão em endereços de supostos envolvidos no esquema.

A Veja noticia que, em depoimento anexado ao inquérito do STJ, a delegada federal Luciana Caires perguntou a Rui Costa se não chamou a atenção dele que a empresa contratada era especializada em vender medicamento à base de maconha.

Ele respondeu:

“Não. Confesso que não e lá tinha representantes de produtos farmacêuticos. Estava essa denominação da empresa e não me chamou a atenção, no momento, pelo nome, até porque eu não tenho pleno domínio da língua inglesa. Portanto, eu não domino.”

A empresa em questão é a Hempcare Pharma Representações Ltda., que recebeu antecipadamente R$ 48,7 milhões do Consórcio Nordeste para fornecer 300 respiradores clínicos de UTI, mas não entregou os produtos.

Rui Costa (foto) e o Consórcio Nordeste negam qualquer irregularidade. Ontem, o governador petista disse estar “ansioso” pela conclusão da apuração dos fatos.

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