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A próxima fronteira da impunidade

No vale-tudo para livrar todo mundo de qualquer punição, réus confessos como João Santana, Pedro Corrêa e Léo Pinheiro também querem a sua parte
A próxima fronteira da impunidade
Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Na esteira dos contorcionismos jurídicos para anular condenações da Lava Jato com base em filigranas processuais, a Folha agora apresenta o que parece ser a próxima fronteira da impunidade: os delatores, claro, também querem liberdade total.

O jornal mostra como réus que confessaram crimes e devolveram montanhas de dinheiro fruto de corrupção “amargam situação pior que a de ex-presos”.

O texto diz que os ex-deputados Eduardo Cunha (MDB) e José Dirceu (PT) aguardam em liberdade o julgamento de recursos e articulam a volta à atividade política em 2022, enquanto o marqueteiro João Santana, o empreiteiro Léo Pinheiro (foto) e o ex-deputado Pedro Corrêa, por exemplo, ainda precisam, veja só você, cumprir com obrigações impostas pela Justiça.

A Folha chega a detalhar: João Santana ainda é obrigado a prestar serviços comunitários; Léo Pinheiro cumpre pena domiciliar; e Pedro Corrêa precisa até mesmo de autorização da Justiça para se vacinar contra Covid.

Coitadinhos.

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